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“Se quereis agradar-me,
rezai todos os dias, sete vezes o Pai Nosso e sete vezes a
Ave Maria, em memória das sete dores e alegrias que
vivi no mundo”. (Frase
atribuída a São José desde 1723)
A devoção a São José tem suas
raízes profundas no Evangelho e no tempo dos Apóstolos.
De fato, quando o evangelista Mateus, falando de São
José, o chama de “justo”
(Mateus 1,19), expressa um louvor, reconhecendo
a sua missão no mistério da Encarnação
de Jesus e que ele era pleno de virtudes.
A
devoção das Sete Dores e Sete Alegrias de São
José, que é fundamentalmente bíblica,
começou no ano de 1723, com Isabel Carmelo Monforte,
e se espalhou pelo mundo inteiro.
A
origem desta devoção teve início pelo
relato de dois frades Franciscanos que, numa viagem, foram
surpreendidos em alto mar por uma tempestade. Náufragos,
permaneceram por três dias agarrados a uma tábua.
De repente, apareceu sobre as ondas um jovem, que os conduziu
a um lugar seguro, em terra firme. Os dois frades perguntaram-lhe
então o que deveriam fazer para agradecer-lhe. O jovem
respondeu que deviam lembrar todos os dias suas dores e alegrias,
pois ele era José, esposo de Maria e pai de Jesus.
Disse ainda: “Se quereis
agradar-me, rezai todos os dias sete vezes o Pai Nosso e sete
vezes a Ave Maria em memória das sete dores e alegrias
que vivi no mundo”. Ditas estas palavras,
desapareceu.
Avaliar
a veracidade desta “aparição” é
uma questão secundária, sem grande importância,
já que este piedoso e valioso excercício fundamenta-se
nos dias de hoje na recomendação, e na prática,
desta oração por diversas congregações
religiosas, masculinas e femininas. Trata-se de uma das orações
a São José mais populares.
Nos
próximos meses estaremos refletindo sobre cada uma
das Sete Dores e Alegrias de São José: por hora,
meditemos sobre o pedido de São José: rezai
todos os dias.
E
nós completamos a exortação de São
José, dizendo: “rezai
todos os dias, com São José”.
Ele, que ensinou Jesus a rezar, pode fazer o mesmo por seus
filhos a ele consagrados. |