"Quando
duas pessoas se amam,
não olham uma para a outra,
olham na mesma direção”.

A
data mais romântica do ano é 12 de junho, o
dia dos namorados. E é nessa época do ano
que as pessoas se dão conta de que estão sozinhas.
É a correria do dia-a-dia e o amor sempre deixado
por último. Durante o ano, muitas vezes, as pessoas
não percebem, mas em datas como 12 de junho, a solidão
chega para lembrar às pessoas que é preciso
deixar o amor entrar em suas vidas.
Trabalho,
faculdade, amigos, são as primeiras desculpas de
quem é questionado sobre um novo amor. O que leva
uma pessoa a deixar a sua vida amorosa ao acaso?
Hoje
apesar de todo o aparato tecnológico existente, nunca
se viveu um período tão difícil na
comunicação interpessoal. Um bom nível
cultural, beleza física, um emprego estável
e uma renda acima da média não são
mais garantias para se conseguir um novo amor.
O
amor é talvez um dos maiores anseios do ser humano.
O fato de poder compartilhar momentos, emoções,
enfim a vida com alguém é simplesmente fantástico.
O sorriso da pessoa amada. O toque. Tudo é maravilhoso,
mágico.
Na
verdade, namorar é um conjunto de tantas pequenas
grandes coisas que quando se está junto de alguém,
qualquer um se esquece de si mesmo, de convenções
e a vida fica mais leve. Quando se está enamorado
é possível descobrir uma nova dimensão
da vida e juntinhos, fazer vôos fantásticos...
Isto é namorar, e namorar é preciso...
O
namoro é uma forma de convivência, onde duas
pessoas que se gostam, desejam passar todo tempo disponível
juntas. Não existe idade certa para iniciar um namoro.
Geralmente ele é antecedido pela paixão.
As
razões para o namoro acontecer podem ser desde a
atração física, o companheirismo, a
solidão, curiosidade, afinidades.
A
tradição do dia dos namorados
O
dia 12 de junho é sempre muito esperado pelos casais
de namorados ou pessoas que simplesmente estão apaixonadas
por alguém, a data poderia ser o sinônimo de
romantismo. Mas você sabe a origem dessa data? Aqui
no Brasil foi inspirado no São Valentim, dia do patrono
dos apaixonados. A data é comemorada em vários
países no dia de 14 de fevereiro, a igreja católica
escolheu essa data por ser o dia da festa pagã Lupercalia,
que remetia aos rituais de relacionamentos. A festa acontece
em outros países também, mas com nomes diferentes,
por exemplo, na Grécia o dia é para a Deusa
Selene, em Roma é o Festival do Amor de Afrodite
e no Egito existem dois festivais em homenagem à
Deusa Isis.
No
Brasil, dizem que essa data comemorativa foi criada por
um publicitário em meados nos anos 40, para aumentar
as vendas no comércio. Os comerciantes sugeriram
o mês de junho, porque era um mês considerado
fraco nas vendas, por isso a escolha do dia 12 de junho
um dia antes do dia de Santo Antonio (13/06), que também
é conhecido com o “Dia do Santo Casamenteiro”.
Segundo a lenda, uma linda moça estava desiludida
com o amor, ao se deparar com a imagem do santo, a jogou
pela janela, acertando um moço que passava pela rua
no momento. Ao escutar os gritos, ela desceu e encontrou
com ele, que, ao abrir os olhos se apaixonou imediatamente
por ela. Desde então o santo é invocado pelas
moças que pretendem encontrar o grande amor.
Já
a invocação ao Santo São Valentim tem
duas versões, uma é que o santo foi um padre
que viveu no século III, em Roma. O Imperador Claudius
II ordenou que os jovens homens não poderiam se casar,
já que os homens casados e com filhos perdiam as
batalhas com mais facilidade. Desde então os homens
solteiros que tinham interesse em se casar procuravam o
Valentim, que inconformado, celebrava os casamentos sem
segredo. Ele foi preso e ainda na cadeia realizava as comunhões.
Ele foi descoberto e assassinado no dia 14 de fevereiro.
A
outra versão é baseada nos pássaros
que, em meados de fevereiro, migravam para o hemisfério
norte para o acasalamento. Observando esse fato os humanos
decidiram fazer uma festa para comemorar a fertilidade.
Então nessa época do ano, as moças
do vilarejo escreviam cartas e colocavam em uma urna. Depois
cada rapaz pegava um papelzinho com a declaração
e cortejava a moça que tinha escrito.